Wevets lança rede credenciada: mais cudado e acesso para você e seu pet
Foto de Victor Costa
Victor Costa

Como tratar doenças oncológicas em pets com empatia com os tutores

Lorem ipsum dolor sit amet consectetur. Metus aliquam nibh montes malesuada fermentum. Amet id nunc faucibus volutpat lacus senectus viverra vulputate.

Como tratar doenças oncológicas em pets com empatia com os tutores

Como tratar doenças oncológicas em pets com empatia com os tutores

A cada dia os avanços da medicina surpreendem a todos através de pesquisas e tecnologias aplicadas aos tratamentos oncológicos, tanto para os humanos, quanto para os pets. E ao contrário do que muitos imaginam, os tratamentos aplicados não são tão diferentes do utilizado em pessoas. É de extrema importância tratar o paciente em uma unidade hospitalar que tenha infraestrutura e profissionais especializados para cuidar do câncer e suas complexidades.

A equipe da WeVets compartilha que os pacientes oncológicos, frequentemente, necessitam de cuidados coadjuvantes com suporte de demais especialidades, como: cardiologista, nutricionistas, além da internação, unidade de terapia intensiva e exames de imagem.

Atualmente, o câncer já é considerado a principal causa de óbito em cães e gatos. A boa notícia é que nos últimos 10 anos, com a evolução dos exames mais complexos na Medicina Veterinária, foi possível realizar diagnósticos mais precoces, viabilizando melhores resultados no tratamento, além de melhora na qualidade de vida desses pacientes.

Considerando a proporção de pets por habitante, o Brasil também ocupa a terceira colocação – 76% da população tem pelo menos um animal em casa, contra 82% da Argentina e 81% do México. Os cachorros seguem como a preferência nacional e estão presentes em 58% dos lares brasileiros, bem acima da média mundial de 33%. Os gatos residem em 28% das casas, enquanto os percentuais são de 11% para aves e 7% para peixes, o levantamento é da consultoria alemã GFK, a partir de entrevistas com 27 mil pessoas em 22 países.

Os tumores mais frequentes nos pets, de forma geral, são os de mama, pele (cutâneo) e os hematopoiéticos (linfomas e leucemias), mas há algumas diferenças entre as espécies. Nos felinos, o mais frequente é o linfoma na sua forma de apresentação gastrointestinal, o tumor de mamas (principalmente em fêmeas não castradas) e o tumor de células escamosas – que acomete a pele e, muitas vezes, se assemelha a feridas que “não cicatrizam”, já nos cães, o mais comum é o de mama (principalmente em cadelas não castradas precocemente), os linfomas (na sua forma de apresentação multicêntrica) e as neoplasias cutâneas (como, por exemplo, o mastocitoma).

“O tratamento oncológico que provemos para pets na WeVets é espelhado nas melhores práticas da saúde humana, onde o paciente geralmente recebe o encaminhamento de algum outro profissional que identificou a neoplasia mas precisa de ajuda para tratar, geralmente envolvendo cirurgias e, nos casos mais graves, uma posterior quimioterapia ou eletroquimioterapia”, explica a Dra. Gislaine Souza, médica-veterinária especialista em oncologia do Grupo WeVets, que já realizou centenas de atendimentos a pets com câncer.

O câncer é uma doença multifatorial e diversas causas externas podem estar relacionadas ao seu aparecimento nos pets, além das causas genéticas. Por isso, vale algumas orientações: evitar o sobrepeso e a obesidade nos animais, a castração precoce pode prevenir o desenvolvimento dos tumores de mama, uma alimentação equilibrada e a prevenção da inflamação sistêmica crônica por diferentes causas.

O tutor deve observar possíveis indicativos de que algo pode estar errado e procurar o veterinário quando notar: mudanças de comportamento; perda de peso (emagrecimento); perda de apetite; dificuldades para urinar; tosse; vômitos; diarréia; lesões em boca e na pele que não cicatrizam.

Prevenir é o melhor remédio. A máxima serve também para os pets, exames de check-up frequentes são os melhores e maiores aliados para um diagnóstico em fase inicial. Exames clínicos, laboratoriais, ultrassom abdominal, radiografias torácicas, tomografias são exames que sempre mostram se há algo errado com o pet.

Cada tipo de tumor terá que ser abordado de forma individual, alguns são bem responsivos à quimioterapia e outros tumores podem ser curados com o tratamento cirúrgico e em alguns casos o conjunto das duas terapias será indicado. No caso do tratamento cirúrgico, existe um planejamento a ser conduzido sobre a técnica cirúrgica a ser utilizada para a remoção completa do tumor

Em casos de sessões de quimioterapia, assim como em humanos, o paciente, na maioria das vezes, faz uso de medicamentos injetáveis (quimioterápicos) que devem ser manipulados e aplicados em salas especiais de quimioterapia com total segurança.

Mas e os tutores? É de extrema importância os médicos acolherem os tutores neste momento delicado de diagnóstico e passar segurança. O uso correto das palavras, a entonação utilizada, demonstram empatia, carinho e solidariedade com aquela família frente àquele diagnóstico. Acompanhamento agendado, envio de fotos e vídeos do pet durante o tratamento, todo o carinho e empatia com os tutores neste momento de tratamento.

“Além do compromisso total com a qualidade técnica do procedimento, nós estamos aqui para honrar a relação de amor que há entre pet e tutor. Quanto mais o tutor estiver confortável com o procedimento, melhor o seu pet reagirá. Acreditamos nessa conexão. Por isso, temos como mantra a ampla comunicação e transparência com o tutor em todas as etapas do tratamento”, reitera a Dra. Gislaine.

 

Publicado originalmente por Blog Meu Pulguento

Seu gato não consegue urinar? Isso pode ser uma emergência real
Artigos relacionados